7 de jan de 2016

OIE *-*

Olha só quem apareceeeeeeeeeeeeeuuuuuuuuu! :o kkkk
Oi meus amores, tudo bem? Espero que sim.
Eu não sumi por culpa minha, tá? Já vou avisando. Instalaram um vírus no blog e eu não conseguia de jeito nenhum entrar, consegui agora, não sei como.
Aqui não aparece nada, nem os capítulos. Eu sempre disse que queria leitoras e não números, mas infelizmente, depois daquela vez em que eu sumi daqui, o número de comentários caiu MUITO e eu me sentia triste. Consegui bater 12 comentários, e agora tinha 3 no máximo... me desmotivou.
Eu vou parar de postar aqui de vez, e isso dói meu coração. Mas é preciso.
Maaaaaaaaaaaas, quem quiser me acompanhar no Spirit, vou estar deixando o link aqui no final desse post. Tem o primeiro capitulo da minha fic já, então comentem e favoritem! Me ajuda MUITO.
Eu estou morrendo de saudades, então quando forem comentar lá deixem os nomes de vocês, com certeza eu irei saber quem é.
EU AMO AQUI, E AMO VOCÊS... mas chegou a hora de dizer adeus ao blog. Mesmo contra a minha vontade.
Obrigada por todas que me acompanharam desde a minha primeira Ib, e que me apoiaram. Eu amo cada uma de vocês, e vão estar sempre em meu coração.
ESPERO VOCÊS LÁ NO SPIRT, VIU? CONTINUEM ME AMANDO LÁ, POR FAVOOOOORRRR <3 kkkkkk

AMO VOCÊS!

https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-running-on-track-5009376

3 de dez de 2015

In Love With You - Capitulo 5 - Beautiful On The Outside, Wild Inside



P.O.V Ryan:

Depois de passar o fim da tarde e o início da noite cozinhando uma comida estranha e outra mais normal na casa de Jus e Julie, finalmente consigo me despedir e ir embora. Eu adoro os dois. Justin é um dos meus melhores amigos, mas eu mal podia esperar para chegar á casa de Hay.
Só de pensar nela, não consigo parar de sorrir. Estamos juntos há tanto tempo e, mesmo assim, ela desperta em mim o mesmo sentimento que eu tinha no início, quando nos beijamos pela primeira vez na festa de Fred.

Haylei é a mulher mais linda que já passou pela minha vida. Ela poderia tranquilamente ter feito carreira como modelo se não fosse advogada. Ela tem um corpo sedutor, longilíneo, que me deixa babando cada vez que a vejo. Seu cabelo loiro e comprido contrasta com a imagem de mulher moderna que ela tem, suavizando seus traços marcantes. E os olhos... ah... os olhos... um mar de mel, com pequenas rajadas douradas. Seu olhar é único, parece capaz de enxergar dentro da alma.
Linda por fora, selvagem por dentro. Essa é a descrição perfeita para ela. O que ela tem de bonita, tem de teimosa. A sorte é que com ela eu me torno um cara paciente, porque essa teimosia em outra pessoa já teria me tirado do sério.

Entro no carro, pensando em como essa situação me desagrada. Estamos jutos, entre indas e vindas, há cerca de três anos e, até hoje, nos escondemos de todos como se estivéssemos cometendo um crime. Tudo porque ela acha que o irmão iria nos matar quando descobrisse nosso envolvimento.
Ok, eu não tenho dúvidas de que, no início, Jus iria surtar, me dar um soco e ficar uns dias sem falar comigo, morrendo de ciúmes da irmãzinha. Mas depois ele sentaria para conversar comigo e eu o convenceria - acho - de como Hay é importante para mim.

Seguindo pela praia de Santa Monica, vou pensando no quanto a vida do meu melhor amigo mudou com esse casamento e uma família a caminho. Não posso deixar de sentir uma certa inveja do que ele e Julie tem. Tudo o que eu queria era um relacionamento legal, sem complicações, com a possibilidade de um futuro em comum. Porra, Hay me deixa louco, estou muito sentimental. Acho que é a crise dos apaixonados pegando.
Pego a estrada em direção a Melrose, um caminho que estou acostumado a fazer, pelo menos três vezes a semana.

Hay mora sozinha num loft, próximo a antiga casa de Justin. Nós dormimos juntos quase todos os dias, na minha casa ou na dela, exceto quando ela tem algum compromisso de trabalho muito cedo. O loft onde ela mora tem dois andares: no térreo, uma sala com móveis brancos e uma cozinha americana bem equipada, normalmente utilizada por mim, já que ela não sabe nem ferver água. No andar superior, o quarto com uma enorme cama ocupando o centro.

Ouço um barulho de mensagem em meu celular, e imagino que seja Hay, perguntando se vou demorar. Como já estou próximo do apartamento, decido não responder. Enquanto dirijo, fico pensando em preparar espaguete com camarões bem temperados e molho branco. E, de sobremesa, mousse de chocolate. Ela vai me matar por acabar com a sua dieta, mas eu sei que não vai resistir. E, depois que ela estiver satisfeita, eu vou saboreá-la no balcão da cozinha. Só de imagina já fico duro.

Abro o portão da garagem com o controle remoto, que ela me deu junto com as chaves do loft depois de muita briga. Não fazia nenhum sentido passar tanto tempo na casa dela e ter que depender do porteiro para abrir a porta para mim.
Estaciono o carro e sigo para o elevador, tentando acalmar meus ânimos. Se eu chegar de pau duro na casa dela, vou jogá-la na cama e vamos ficar sem jantar, e eu tenho certeza que ela deve estar morrendo de fome, já que come igual a um passarinho durante o dia.
Saio do elevador assoviando uma música aleatória, animado por estar em casa. É engraçado como eu sinto que aqui, ao lado dela, é muito mais minha casa do que onde moro.

Abro a porta com a minha chave duramente conquistada e me deparo com a casa em silêncio. Onde será que ela está?
Entro, tranco a porta e coloco minhas coisas em cima da mesa, mantendo o telefone na mão para ligar para ela. Quando olho para cima, vejo a luz do abajur acesa, subo até o quarto e a cena que vejo amolece meu coração: Hay, usando óculos e vestida com minha camisa azul, deitada na cama com vários documentos ao seu redor, dormindo profundamente.

Resolvo deixá-la descansar enquanto preparo o jantar. Ao descer, lembro-me da mensagem que recebi enquanto estava dirigindo e resolvo ver o que ela mandou para mim, Chegando na cozinha, abro a mensagem e fecho a cara.

Zach, estou nua te esperando. Vem, gostoso.
Lolla.

Merda. Essa mulher não desiste. Conheci Lolla há tempos, no After Dark, na época em que eu e Hay estávamos separados.
Saímos juntos por um tempo, mas Lolla era cabeça de vento demais para o que eu precisava. Além disso, eu não conseguia tirar Hay da cabeça - o que me fez chamá-la de Hay por duas vezes quando estávamos na cama. Acho que ela imaginou que isso era algo excitante, pois, mesmo eu tendo me afastado dela, não desistia.
Desde então, aparecia de tempos em tempos no bar, tentando me beijar ou me levar para cama, e continuava me mandando mensagens, apesar de eu já ter trocado de número duas vezes. Resolvi ignorar a mensagem provocante e ir preparar o jantar.

Cozinhar sempre é um prazer para mim. Se eu não tivesse aberto o After Dark com os caras, eu teria meu próprio restaurante, com certeza.
Ascendo o fogo, coloco a massa para cozinhar e começo meu ritual. Ligo o som baixinho, para não acordá-la, e My Last, de Big Sean, começa a tocar. Canto no ritmo da música, enquanto mexo o molho e bebo um pouco do vinho branco que Hay havia colocado na geladeira.
Jogo os camarões na frigideira, lembrando do desperdício de prato que fiz na casa de Jus, e não consigo segurar a risada. Camarão com banana flambada! Porra, que coisa horrível.
- Os camarões estão contando alguma piada particular para você? - Surpreso, levanto a cabeça e me deparo com a minha garota parada no pé da escada, parecendo deliciosamente sedutora, com os cabelos soltos e bagunçados, ainda vestida com a minha camisa.
- Estão sim. Eles estão dizendo o quanto você está gostosa com a minha camisa, e que eu deveria poupá-los de ir ao fogo e fazer de você minha refeição - eu falo, e ela solta uma gargalhada.
- Mas, se eu for sua refeição, vou ficar com fome - diz, fazendo ar de inocente.
- Hummm... acho que não. Eu posso matar a minha fome e a sua. - Nós dois rimos e eu faço um sinal com a mão para ela se aproximar. - Vem dar um beijo no seu chef particular, vem.

Abaixo o fogo e saio de perto do fogão, enquanto ela vem até a mim e pula em meu colo, envolvendo meu corpo com suas pernas e meu pescoço com seus braços.
- Olá - falo e, em seguida, beijo e lambo seu queixo.
- Oi - ela geme em meu ouvido. Tenho certeza de que, se eu levantar sua camisa e passar o dedo entre as suas pernas, ela já vai estar pronta para mim. Seguro-a com um braço pela cintura e desço meu outro braço por seu corpo em direção a sua bunda, quando noto que ela está sem calcinha.
- Dra. Bieber, a senhorita está usando meios recursos para obter vantagens sobre mim? Onde foi parar sua calcinha? - pergunto, sério, e vejo um brilho malicioso em seu olhar.
- Culpada, meritíssimo. Eu não sei onde a deixei - Jogo-a por sobre meu ombro, com a cabeça voltada para o chão e a levo em direção a sala, enquanto dou um tapa em seu traseiro descoberto e ela solta um gritinho. Essa mulher vai me levar á loucura.
Coloco-a no sofá macio e deito-me sobre ela, unindo nossas bocas num beijo provocante e cheio de saudades. As mãos dela correm por minhas costas, subindo e descendo, levantando minha camiseta enquanto seguro seu seio.

De repete, o cheiro de camarão chama a minha atenção.
- Princesa, preciso levantar.
- Não, Ry, quero você - ela fala manhosa, ainda me agarrando.
- Eu também te quero, mas nosso jantar vai queimar. Prometo que vamos voltar de onde paramos.
- Só deixo você ir se fizer sobremesa para mim.
- Princesa, teremos de sobremesa mousse de chocolate com recheio de você - falo, piscando o olho, e me afasto para voltar a cozinhar, antes que nosso jantar queime.

Hoje a noite vai ser longa, do jeito que eu gosto.

P.O.V Haylei:

- Hummm... Ryan... que delícia! - gemo, de olhos fechados, enquanto saboreio uma colherada de mousse. Nunca imaginei que a comida pudesse proporcionar tanto prazer.
- Princesa, se você continuar assim, não vou responder por meus atos - Ryan fala, com um sorriso safado e a voz rouca, me deixando arrepiada dos pés a cabeça. Com ele era sempre assim, eu nunca estava satisfeita ou sem vontade.

Ryan era como uma droga. Um vício. Uma barra de chocolate no auge da TPM. Bastava ele levantar o olhar para mim que eu sentia vontade de dizer "Sim, Senhor". Está vendo? Sou como uma viciada que não consegue dizer não a mais uma dose.
Ele levanta, começa a tirar os pratos da bancada, levando-os para dentro da pia. Aproveito que ele está de costas e observo o meu Sr.Delícia. Camisa preta, jeans desbotado perfeitamente ajustado em seu corpo e pés descalços. Ele parecia tão confortável na minha casa, como se ali fosse o seu próprio ambiente, que eu não conseguia mais ficar no meu loft sozinha. Os dias em que ele não estava, eu ia para casa dele.

Vivia em crise comigo mesma porque, apesar de ser louca por ele, sabia que essa relação não iria durar. Ele é lindo demais, gostoso demais, faz amor bem demais - e é amigo do meu irmão ciumento demais - para que tenhamos uma história com final feliz.
Eu não queria nem pensar no que o Justin faria se imaginasse que algo estava acontecendo. No mínimo teríamos o início da Terceira Guerra Mundial.

Ryan começa a lavar a louca enquanto bebo um pouco mais de vinho branco. Eu não costumava beber no meio da semana, mas o jantar estava tão gostoso, e combinava tão perfeitamente com aquele vinho, que não fui capaz de resistir.
Eu sabia também que tomar vinho levaria embora minhas inibições. E Ryan também sabia disso. Aproveito sua distração para babar um pouco mais por seu corpo sedutor.
Meus olhos percorrem suas costas largas, braços fortes, bunda dura e pernas que...
- Está gostando do que vê? - ele pergunta pegando-me no flagra. Oh, droga.
- Um pouco. Até que você não está tão mal. - Eu sabia que provocaria o touro com um pano vermelho.
- Não estou tão mal? Sério - ele pergunta e tira a camiseta. Oh. Meu. Deus. É impossível não me sentir atraída por aquele corpo perfeito. Dizer que ele é lindo chega a ser redundante.
- É, você dá pro gasto. Além disso, não cumpre muito aquilo que promete. - Olé, touro!
- E o que eu prometi a você que não cumpri, Srta. Espertinha? - ele abre o botão da calça e sinto que estou como um cachorro assistindo ao frago da padaria.
- Prometeu que acharíamos a minha calcinha - respondo a coisa mais sem noção que posso imaginar.
- Humm... acho que não prometi isso, não. - Ele passa a mão naquele cabelo loiro. - Acho que prometi pegar minha camisa de volta.
Olho para baixo, para a camisa que ele deixou lá em casa há algum tempo e que eu ocasionalmente vestia, principalmente quando sentia falta dele.
- Essa aqui? - pergunto, apontando para a peça com que estou vestida. Ele acena, com os olhos presos nos meus, e sinto que todas as borboletas do universo estão em festa no meu estômago.
- Sim, essa aí. Ela me pertence, sabia isso? - Os olhos dele estão presos nos meus e eu fico trêmula por antecipação. Ferrada! Ferrada! Ferrada!
- Desculpe. Achei que poderia ser minha - falo, ainda setada na banqueta, e começo a desabotoar a camisa bem de vagar. Ele estava me enlouquecendo, mas eu também não facilitaria para ele.
Abro botão por botão, sem desviar o olhar. Quando estou no final, ele se aproxima sem quebrar o contato visual e estende a mão para mim.
- A camisa, princesa - ele fala, já no modo Sr. Mandão, que muitas vezes me irrita, mas que nesse momento faz com que eu me sinta ainda mais excitada.
Abro o último botão e deixo o tecido deslizar pelos meus braços devagar, expondo meu corpo nu por baixo da camisa.
- Você vai ter coragem de me deixar assim? - pergunto, entregando a camisa para ele.
- Assim como, linda?
- Nua, com frio.
- Nua? Vou sim. Quanto ao frio, vou fazer algo que vai te esquentar rapidinho - ele fala e se aproxima, jogando a camisa no chão e beijando meu pescoço, me fazendo gemer logo no primeiro contato.

Ryan me pega no colo e me coloca deitada em cima do balcão já vazio, arrepiando meu corpo em contato com o mármore gelado.
- Oh, Ryan...
- O que foi, princesa? - ele fala, a língua descendo pelo meu pescoço, deixando um rastro molhado que me arrepia quando o ar gelado do ar condicionado me alcança. - Esqueceu que prometi que você seria minha sobremesa? - sua boca segue o caminho, beijando, lambendo e mordendo, até chegar ao seio direito.
Enquanto ele segurava o meu seio esquerdo com a mão firme, brincando com meu mamilo, meu seio direito recebe atenção especial de sua boca. Ele morde, lambe e chupa, principalmente o mamilo, enviando ondas de prazer por todo o meu corpo. Quando já estou gemendo alto demais, ele move sua boca para o seio esquerdo, correndo a sua mão pelo meu corpo.

Assim era Ryan. Um amante cuidadoso, preocupado com meu prazer, atento aos detalhes. Fazendo amor com ele nunca era uma simples rapidinha. Ele transformava um lancinho num banquete, degustado meu corpo com calma, encontrando cada ponto que ele conhecia para me fazer gemer, me levando ao ápice de formas inesquecíveis.

Sinto sua mão passar pela minha barriga, o contraste de sua mão tão masculina com a minha pele delicada provocando arrepios, ao mesmo tempo em que sua boca trabalha em meu seio esquerdo, mordiscando o bico, lambendo e me deixando louca - o que ele faz de melhor.
Sua mão contorna o meu quadril, chegando até a parte interna da minha coxa. Jogo a cabeça para trás, meus olhos fechados, na expectativa do momento em que ele vai tocar meu ponto sensível, mas isso não ocorre.
- Ryan? - chamo, quando noto que ele parou a mão na perna. Ele levanta a cabeça, soltando o bico do meu seio.
- O que foi, princesa? - pergunta, com seus olhos nublados.
- Por que você parou? - Ai... merda. Eu deveria ter trava na língua para não falar tudo o que penso.
- Porque eu quero que, no momento em que eu te tocar, você esteja tão enlouquecida de prazer que vai gozar para mim.
- Oh... - Não tenho forças nem para responder.
- Nesta noite você vai ser punida por ser desobediente - ele fala, olhos escuros, voz rouca.
- Mas... o que eu fiz? - pergunto, confusa. Estou excitada demais para pensar com lógica.
- Roubou minha camisa - ele fala, com um sorrisinho de lado, mostrando suas cozinhas, e então beija minha boca, enquanto estico a mão para passar pelos músculos definidos.
- É que ela fica melhor em mim do que em você. - Passo as unhas por suas costelas, sentindo cada sobra dos músculos da barriga. Ele tinha um corpo perfeito, e tudo o que eu queria era senti-lo dentro de mim. - Ry?
- Oi, princesa - ele fala, voltando a percorrer meu corpo com a língua.
- Quero você. Dentro de mim. Agora. - Sinto uma mordida em minha cintura. - Awnnnn...
- Acho que você esqueceu que quem manda aqui sou eu - diz ele, enquanto continua mordendo meu corpo, que não para de estremecer.

Meus gemidos ficam cada vez mais altos, e ele leva seus dedos novamente em direção a minha coxa, percebendo que estou, a cada momento, mais e mais excitada.
Dessa vez ele não para a mão na parte interna da minha coxa. Ela segue o caminho até o meu centro, e mal encosta em mim e atinjo um orgasmo tão intendo e enlouquecedor que, se morresse agora, morreria feliz. Sinto como se eu estivesse saído do meu corpo e depois voltado.-Porra, Hay - ele fala enquanto abre o zíper da calça jeans, ficando só de cueca boxer branca. - Ver você sentir prazer é tão maravilhoso. E agora quero estar dentro de você - ele fala, pegando-me no colo e subindo para o quarto.

Nesse momento não existe mais calma ou paciência. Nossos toques são intensos e tudo o que eu quero é sentir seu comprimento invadir meu corpo. Ele me coloca na cama, empurrando-me contra os travesseiros enquanto tira a cueca, deixando seu membro duro bem na minha entrada.
- Ryan, você não vai me torturar, vai? - pergunto, sabendo que com certeza ele vai, porque isso é o que ele faz de melhor.
- Claro que não, princesa. - A ponta do seu pau começa a tocar em mim. Até que ele para.
- Oh, Ryan... - eu gemo mais, tentando empurrar meu quadril para senti-lo entrar de uma vez.
- Sem pressa, Hay. Quero que você me sinta centímetro por centímetro invadindo seu corpo - ele fala, empurrando de vagar para que eu possa sentir cada parte me penetrar. Segura meu quadril, baixando seu corpo contra o meu bem de vagar, e eu vou gemendo á medida que ele entra. - Você. É. Minha.
Oh. Meu. Deus. Estou COM-PLE-TA-MEN-TE perdida.

Sinto ele me preencher, o peso do seu corpo sobre o meu, trazendo sensações extremas, e, quando ele começa um vai e vem devagar, eu não consigo, de forma alguma, conter meus gemidos.
Passo minhas unhas em suas costas, arranhando seu corpo gostoso, sentindo meu delicioso Ryan estremecer de prazer.
Nossos movimentos se intensificam e somos uma confusão suada de braços, mãos, bocas e línguas num movimento rítmico. Nossos corpos estão ligados de uma forma completamente primitiva, mas que, ao mesmo tempo, transcende o desejo físico.

- Agora, Hay! - ele fala, com a respiração entrecortada, sem perder o ritmo do seu vai e vem enlouquecedor. Basta uma palavra dele para que eu atinja o orgasmo. Nossos corpos estremecem juntos e ele goza junto comigo, mantendo-me envolvida por seus braços fortes.
- Princesa? - ele me chama, e eu mal consigo levantar o olhar.
- Oi - respondo baixinho, sem conseguir me mexer nem que a vida na terra dependesse disso.
- Vou virar ao contrário, com você por cima de mim, ok?
- Ah... Tudo bem - respondo, curiosa com a forma como ele fala. - Algum motivo especial?
- Ah, sim. Quero que você descanse um pouco, mas, quando recuperarmos a força, vou estar dentro de você.
- Ryan! - protesto, sem muita vontade. Ele acabou comigo e ainda conseguia pensar em novas formas de se aproveitar do meu corpo.
E tinha minha total aprovação.

Continua...

Oi meus amores, tudo bem? Espero que sim!
Me desculpem toda essa demora, mas chegou o final de ano, já sabem, né? ¬¬ Provas e mais provas.
Para me desculpar com vocês, eu fiz um big capitulo e eu espero que vocês tenham gostado!
Uma coisinha, vocês querem One Shot de natal e ano novo? Me avisem agora para eu já ir queimando meu neurônios, kkkkkk.
Não se esqueçam de COMENTAR e seguir o blog.

AMO VOCÊS, COISAS LINDAS DA MINHA VIDA!

Capitulo de hoje dedicado a: Laura Doleys, obrigada por tudo meu amor <3


24 de nov de 2015

In Love With You - Capitulo 4 - Greek god



P.O.V Hailey:

Algumas semanas depois...

- Hailey, seu compromisso das 16:30 está lhe aguardando. - Respiro fundo quando a voz da minha assistente interrompe meus devaneios e me lembra do próximo compromisso.
- Ok, Livy, me dê cinco minutos que já vou atendê-la - eu peço e desligo o interfone. Preciso me concentrar novamente no trabalho. Ficar pensando em Ryan e no que fizemos no ano passado, há um mês ou ontem, não vai me ajudar.

Eu trabalho na Chapman, Simmons e Walker Advogados Associados há quase um ano como advogada especializada na área de entretenimento. Meus clientes eram aqueles que a maioria dos meus colegas não queria atender: atores mimados, atrizes repletas de botox, roqueiros tatuados, autores cheios de maluquices e qualquer pessoa do ramo do entretenimento que precisasse de orientação jurídica ou de alguém que segurasse suas mãos e dissesse que tudo ficaria bem. 

Nunca imaginei que após me formar na faculdade de Direito, com as melhores notas da turma, eu trabalharia cuidando de artistas. A área tributária era o meu grande sonho. Mas, quando eu consegui a vaga da Chapman, Simmons e Walker, a única área que eles tinham disponível era essa, apesar de ter concorrido com outro advogado, Liam foster - Liam o Horrível -, que passou a cuidar da área tributária que eu tanto queria.

Tento me convencer de que o fato de eu ser mulher e ele homem não foi determinante para essa escolha. Mesmo eu tento mais especializações na área e notas melhores que o Horrível. Grosseiro, mal educado, machista... a lista de seus pecados é enorme, e eu realmente o odeio.

Bom, agora que eu consegui tirar o Sr. Delícia da cabeça, já me sinto mais tranquila para atender Mary Scott-Adams, uma atriz que fez apenas um filme em Hollywood, mas que já se acha a estrela.

Abro a porta do escritório para pedir a ela que entre. Deparo-me com uma mulher baixa, corpo curvilíneo, cabelos pretos na cintura e um vestido muito curto. Ewwrrr...
- Mary, querida, por favor, entre. - Eu coloco o meu melhor sorriso profissional no rosto, apesar de estar sem paciência.
- Hailey, você não deveria me fazer esperar. Sou uma estrela, meu bem - ela fala, seu olhar correndo meu corpo de cima a baixo com ar de desdém. Senhor, dê-me paciência.
- Desculpe. EU não tive como te atender de imediato, pois estava na etapa de um contrato que não tinha como parar. Desculpe-me, sim? - Eu odeio fazer essa personagem bajuladora. Droga. - Você aceita um café? Um cappucino? Uma água?
- Aceito um prosecco. - Vou até o pequeno bar que temos em cada sala para atender aos pedidos dos clientes. O da minha sala normalmente é o mais completo, já que meus clientes são, em sua maioria, boêmios e adoram uma bebida.
Sirvo-lhe uma taça de prosecco e volto a me sentar atrás da minha mesa, mantendo a postura profissional.
- Então, Mary, em que posso te ajudar hoje? - pergunto, tentando dar o meu melhor sorriso simpático para clientes. Foco na promoção, Hay. Foco na promoção!
- Hailey, estou muito desapontada - ela fala, interpretando a rainha do drama. - Meu agente conseguiu esse papel incrível de coadjuvante... - observação: Coadjuvante, neste caso, significa quase figurante - num filme cult - outra observação: cult, ou seja, baixo orçamento - e, na hora de negociar o contrato, você não negociou um cachê á altura do meu talento - ela fala, fazendo um biquinho inchado de botox.

Essa é uma das coisas que eu odeio no meu trabalho. Eu deveria estar lidando com números e impostos e contratos realmente importantes, mas tenho que cuidar de atrizes inexpressivas que acham que são a última bolacha do pacote.
- Mary, entendo sua insatisfação, mas eu e Luke conversamos e chagamos a conclusão de que era melhor um contrato que não fosse tão satisfatório financeiramente do que você ficara á espera do pepel perfeito para o seu talento. - Que, no caso dela, é nenhum. Sem julgamentos! Eu, pelo menos, tenho noção do que é talento. - Assine o contrato e encare-o como uma espécie de treinamento para seu próximo grande papel.
- Mas... - ela começa, mas eu interrompo.
- Muitos atores que hoje são astros que estão no topo da lista dos melhores, começaram dessa forma, Mary. E é uma sorte a produção de Ela não é o que parece poder contar com um talento como o seu no elenco. - Que espécie de filme tem um nome assim? - tenho certeza de que você irá brilhar muito mais que o restante de casting.
- Você acha, Hailey? - ela pergunta, parecendo deslumbrada com o meu discurso motivacional.
- Tenho certeza - Nesse momento meu interfone toca e eu peço licença para atender. - Sim, Livy?
- Hailey, aqueles seus dois deuses gregos estão aqui - ela fala e eu percebo seu ar ofegante.
- Livy? De quem você está falando? - eu pergunto, confusa. Não tenho mais clientes agendados.
- Um deles atende pelo nome de seu irmão - ela baixa o tom de voz. - Se ele não estivesse noivo, eu pularia dele. Que homem!
- Livy! - Eu não aguento quando as mulheres ficam enlouquecidas pelo meu irmão. COmo posso pensar nele como espécie de deus grego? Ecaaa.
- Desculpe, Hailey, eu sei que é seu irmão. Agora, o outro... Nossa Senhora das Solteiras em Perigo, por favor, me proteja. Ele tem um olhar de homem que pega a gente, joga na parede e chama de lagartixa. - Droga. É Ryan.
- Livy, peça para eles me aguardarem. Estou finalizando aqui com Mary.
- Ok. Ai, ai - Ela suspira e desliga. Viro-me para Mary, que está impaciente me aguardando.
- Mary, querida, precisa de ajuda com algo mais? Peço desculpas, mas meu próximo compromisso já chegou, preciso atendê-los...
- Claro, Hailey. Era só isso mesmo. Eu também tenho hora na manicure - ela fala enquanto se levanta, pega a bolsa e joga o cabelo para trás, deixando uma nuvem de perfume forte no ar.

Eu a acompanho até a porta e ela se despede com dois beijinhos no ar. Quando se vira, dá de cara com meus dois deuses gregos: Justin e Ryan.
- Oh, céus - ela fala para mim, quase lambendo Ryan. Vaca. - Hailey, você precisa me apresentar ao seu cliente. Acho que temos muito em comum.
Arghh... jamais!
- Mary, eu realmente preciso ir. Justin, Ryan, por favor - eu os chamo, ignorando-a completamente.

Justin passa por ela dando boa tarde e me dá um abraço apertado. Quando olho para cima, Ryan está me encarando com um brilho nos olhos que eu conheço bem.
Justin entra em minha sala e Ryan se aproxima para me cumprimentar. Ele para na minha frente, os olhos brilhando, o perfume enlouquecedor, e tudo em que eu consigo pensar é puxá-lo para dentro da minha sala, jogá-lo em cima da minha mesa e montar nele pelo resto do dia.
- Ryan - falo e fico na ponta dos pés para beijar seu rosto. EU me considero alta, com meus quase 1,70, mas Ryan é infinitamente maior que eu.
- Hay. - Ele se abaixa para retribuir meu beijo, e fala baixinho no meu ouvido. - Princesa - oh, Deus. A cada dia era mais difícil contar as coisas que eu sentia por ele.
Viro-me para Livy que está praticamente formando uma poça de baba aos seus pés, e peço: - Livy, por favor, leve a Srta. Scott-Adams até a porta. Tchau, Mary - eu me despelo e fecho a porta, voltando-me para meu sorridente irmão.
- Justin! Como está a Julie? E o bebê?
- Estão bem. Ela tem exame marcado na sexta com o obstetra - ela fala, todo orgulhoso.
- E a que eu devo a honra de ter vocês dois em meu escritório? - pergunto, sorrindo para os meus dois homens preferidos.
- Nós estávamos aqui por perto para uma reunião com fornecedores. Ryan sugeriu que fizéssemos uma visita - Justin fala e meu queixo cai. Ele está perdendo a noção do perigo.
- Ryan sugeriu? Jura? - Ele queria me deixar louca. - Vocês querem um café? - pergunto, tentando manter minhas mãos ocupadas. Os dois aceitam e, enquanto coloco a máquina para passar o café, Jus começa a contar sobre a casa nova e o projeto que George fez para o quarto do bebê.
- George arrebentou no projeto do quarto do Mini-Mim, Hay.
- Ele só fez o projeto de quarto de menino? E se for uma menina? Como você vai querer seu café, Jus? - pergunto, preocupada. Essa história de Mini-Mim era uma preocupação na família. Se fosse uma menina, nós esperávamos que ele não se decepcionasse.
- Um sachê de açúcar. Hay, eu já expliquei a vocês que o destino não iria brincar comigo desse jeito. Tenho certeza de que será um garotão - Entrego a xícara para ele, que continua divagando. Solto uma gargalhada ao imaginar Jus sentado no chão, com um garotinho de cabelos bem claros e olhos cor de mel, como os dele, e volto para a máquina de café para fazer o de Ryan.

A conversa sobre o projeto continua enquanto preparo o cappucino, que sei que ele gosta com canela e chocolate. Vou até Ryan, entrego a xícara e, em seguida, pego uma garrafa de água para mim, quando Jus me surpreende com uma pergunta.
- Maninha, como você sabe o jeito que Ryan gosta do café dele? - Meu Deus! Lógico que eu sabia. Ele tomava café comigo quase todos os dias. Como vou sair dessa agora?
- Ela sabe porque no Natal nós conversamos sobre isso. Estava explicando a ela a diferença entre os grãos e a temperatura ideal - Ryan fala e, ao mesmo tempo em que respiro fundo de alívio, fico arrepiada com o timbre da sua voz. Estão tãaaaaooo ferrada.
- Ah, sim! Hay, Ryan sabe tudo sobre cozinha. Ele poderia ser um grande chef, se quisesse. Sento em minha cadeira e sorrio para o dois.
- Jura? Eu não sei cozinhar nada. Sou uma negação - falo, Ryan balança a cabeça. Mal sabe Jus que quem me ensinou a fazer café está ao lado dele.

O celular de Jus toca um trecho de "Little Things", na voz de Julie, e ele abre um grande sorriso ao atender o telefone.
- Oi, baby! Está tudo bem? - ele pergunta e fica em silêncio, ouvindo o que Julie está falando. Enquanto isso, Ryan não tira os olhos de mim. Eles estão escuros, daquele jeito que... droga. Não, Ryan. Não me faça ter pensamentos desse tipo com você quando meu irmão está junto. - Ju, baby, você tem certeza que quer comer isso? Pode fazer mal... - Ele nem tem chance de completar o raciocínio, pois Julie deve estar reclamando que ele não é compreensivo quando ela tem desejo de comer coisas que o bebê está com vontade. - Ok, baby. Estou indo. Não chore, já estou a caminho.
- Qual a bizarrice da vez, Jus? - questiono, já sabendo que será algo muito estranho.
- Ela quer camarão com bananas flambadas - ele responde com ar derrotado.
- Ecaaaa! Onde você vai comprar isso? - pergunto, e Jus abre um sorriso.
- Eu não vou comprar, porque ninguém é doido de ter uma gororoba dessas no cardápio. Ryan vai fazer - O sorriso de Jus aumenta e o meu diminui. Droga. Ryan iria passar a noite na minha casa.
- Eu? Não, não, não. Jus, já te disse que tenho um compromisso.
- Você não pode se negar a realizar o desejo de uma mulher grávida, né? E se meu filho nascer com cara de camarão? Ou pior, se nascer com cara de banana flambada?
- Droga, Jus, isso não se faz. Vamos embora, antes que eu perca a noite inteira na cozinha - Jus faz uma dancinha da vitória e levanta animado para irem para casa.
- Tchau, irmãzinha, se cuida.
- Você também -digo, abraçando-o, e dou um beijo em seu rosto. Ele se afasta e Ryan se aproxima, para se despedir de mim, falando alto:
- Tchau, Hay. Obrigado pelo café - ele se aproxima ainda mais, me dando um abraço, e meu corpo rapidamente se aconchega em seu calor.
- Por nada - eu falo num murmúrio. Não resisto e dou um beijo leve em seu rosto. A cada dia que passa fico mais e mais dependente do contato do seu corpo com o meu.

Ele me dá aquele sorriso torto, pisca o olho, e eles saem da minha sala, dando tchau e de despedindo de Livy.
- Hailey, você precisa me dar o endereço dos lugares que você costuma frequentar, para eu achar um gato desses para mim! Nem vou falar para você me apresentar a esse destruidor de calcinhas, porque ele é areia demais para o meu caminhãozinho - ela diz, e não posso evitar o riso.
- Ele e Jus são amigos desde a faculdade.
- Se de onde saiu esse tiver mais, vou ter que voltar a estudar - ela fala, suspirando.

De repente, meu celular faz um barulho de mensagem de texto, Imagino que seja George, vou até a mesa e pego, ainda pensando em Ryan. Para minha surpresa, o nome de Ryan pisca na tela.

Ryan <3: Princesa, você fica deliciosa com essas roupas de trabalho. Eu só conseguia pensar em te jogar em cima daquele mesa e passar o resto da tarde enterrado em você. Vou até a casa de Jus fazer a comida estranha, mas volto para alimentar você, ok? Me espere em casa, vou direto para lá. 

Bjs, R.

Eu mal posso esperar!


Continua...

Amores, finalmente consegui escrever e postar. Me desculpem, eu estava sem PC. 
Finalmente a capa da fanfic foi feita, ela vai ter algumas alterações mas vou deixar a original aqui por enquanto, espero que vocês aprovem ela também :)
Não se esqueçam de COMENTAR e seguir o blog.

AMO VOCÊS <3

Capitulo dedicado a: Laura Silva. Obrigada por todo carinho e apoio *-*





19 de nov de 2015

A V I S O!

Oi amores, tudo bem? Espero que sim.
Quero deixar esse aviso para dizer que eu não deixei vocês, estou apenas sem PC mas isso vai ser rápido.
Espero que me entendam, estou morrendo de saudades.

Até logo, beijinhos *-*

AMO VOCÊS! ❤️

8 de nov de 2015

In Love With You - Capitulo 3 - Happy New Year




P.O.V Hailey:

São sete horas da noite de 31 de dezembro. Ando impaciente, da lá para cá em meu apartamento, esperando Ryan chegar. Ele me mandou ficar pronta ás sete "Sem atrasos", ele disse.

Olho-me novamente no espelho. Apesar das minhas inúmeras perguntas sobre aonde iríamos, tudo que ele me disse foi que e deveria me vestir adequadamente para uma comemoração de Révellion. Passo a mão pelo meu belo vestido prata de paêtes Calvin Klein, que me custou uma fortuna, mas mesmo assim comprei porque a vendedora disse que ele realçava o meu corpo; as costas eram totalmente abertas e o seu formato justo delineava minhas curvas. Ele combina perfeitamente com a sandália Louboutin nude que George me deu de presente de Natal, dizendo que seria perfeita para qualquer ocasião. E realmente é. Acho que é a sandália mais linda que eu tenho. Meus cabelos estão presos em um rabo de cavalo elaborado, que eu tenho certeza que antes do fim da noite será desfeito, se bem conheço meu acompanhante. Fico satisfeita com o resultado final de toda a minha produção.

A campainha toca e eu sinto um frio na barriga. Abro a porta e o Sr. Delícia está mais delícia do que nunca. Calça bege, camisa branca, com um blazer cinza claro. Ele já passou as mãos inúmeras vezes pelo cabelo, pela confusão sexy que suas mechas estão.
Não importa quantas vezes a gente se encontre. Só de vê-lo já me sinto pronta, molhada e exitada. Ele está tão sexy que eu abriria mão de ir a qualquer lugar só para pular em cima ele.
- Princesa, você está linda - ele fala ao me beijar. Um beijo tão sexy que não sou capaz nem de dizer meu nome, mesmo se minha vida dependesse disso. Enquanto nossas bocas estão grudadas uma na outra, sinto suas mãos correrem pelo meu corpo, em direção ao meu quadril. De repente, ele para e eu me sinto... sozinha. - Princesa, o que eu falei?
- Falou? Do que?
- Acho que fui muito claro. Eu disse: vista-se adequadamente para uma comemoração de Révellion, mas não use calcinha.
- Ryan! Não vou sair para não sei onde sem calcinha. - Cruzo os braços e levanto meu rosto desafiando-o.
- Princesa, ou você tira ou eu tiro. Se eu tirar vai ser mais uma rasgada. E dessa vez não vou comprar outra para repor.
- E se eu não tirar e não deixar você tirar?
- Eu vou embora, e passaremos o Révellion separados, só porque você é teimosa o suficiente para não atender um pedido simples - ele fala sério, seus olhos azuis parecendo desapontados. Que raiva! Sinto vontade de joar algo no chão. Ele me tira do sério com esse comportamento mandão.

Saio da sala, sem falar nada. Vou até meu quarto e tiro a droga da calcinha. Olho no espelho para ver se aparece algo que não deveria sob meu vestido.
Fico satisfeita com o resultado e saio do quarto, voltando para a sala para encontrar o Sr. Mandão. Levo um susto quando entro e não o vejo na sala. Oh, meu Deus. Será que ele foi embora? Não consigo acreditar que ele fez isso comigo.
Eu deveria ter avisado que atenderia seu pedido, em vez de sair bancando a mimada.
Estranhamente, sinto vontade de chorar. Sinto meus olhos se encherem de lágrimas e nem sei direito o porque.
Sento-me no sofá, com uma sensação de vazio por dentro. Eu não tinha ideia do quanto ansiei para vê-lo. E agora ele foi embora.
Fecho meus olhos e uma lágrima cai, seguida de outras, colocando para fora toda decepção comigo mesma.
De repente, sinto um toque na minha mão e outro no meu rosto. Abro os olhos e vejo Ryan ajoelhado na minha frente, parecendo tão triste quando eu.
- Princesa, o que houve? Por que está chorando? Se você não quer ir sem calcinha, tudo bem, é só me avisar se eu estiver ultrapassando os limites. Não quero ver você chorar assim, dói pra caramba - Ele beija meu rosto, secando com seus beijos as minhas lágrimas.
Ele não foi embora! Meu coração se aqueceu com toda a ternura que ele demonstrou e passo minhas mãos em seu cabelo bagunçado, acariciando e puxando-o para mais perto de mim.
- Você não foi embora - eu falo baixinho, abraçada a ele.
- Claro que não, princesa. Estava na lavanderia, fechando a janela. Você achou que eu iria embora? Sem avisar? Sem me despedir de você?
- Ai, Ryan, não sei... eu só... eu achei que você tinha ficado desapontado comigo. - Droga, falei demais. De novo.
- Linda, você nunca me desaponta. Eu gosto quando você me desafia. Me faz pensar em uma série de coisas que eu posso fazer para punir seu comportamento teimoso - Ele abre aquele sorriso safado que usa quando está no modo Sr. Delícia.

Sinto uma onda de calor subindo pelas minhas pernas, fazendo com que eu anseie pelo toque dele no meu centro. Meu estômago se retorce em nós de antecipação pelo que ele vai fazer comigo. Minha respiração se altera e já estou completamente excitada e pronta.

P.O.V Ryan:

Linda. Perfeita. Deliciosa.

Eu não via a hora de levá-la para minha casa e fazer amor pelo resto da noite, ainda mais depois de vê-la chorar achando que eu tinha ido embora. Apesar de ter deixado meu coração apertado, ela demonstrou que estava muito mais envolvida do que eu imaginava.

Vim ao bar pegar um uísque para mim e um champanhe para ela. Enquanto espero, olho ao redor e a vejo na pista de dança, sacudindo o corpo ao ritmo de Burn, da Ellie Goulding. Puta Merda. Eu já tinha visto ela dançar antes, mas hoje ela está especialmente sexy. Ela se destaca na pista de dança com seu corpo esguio, dançando sensualmente, o cabelo já solto e selvagem do jeito que eu gosto.
Sinto meu pau endurecer de imediato e tudo que consigo pensar é em fodê-la agora mesmo, no meio da pista de dança, sem me preocupar com quem está ao redor.
O barman entrega nossos drinques, eu viro todo o meu uísque de uma vez e sigo até a pista de dança, determinado a tê-la em meus braços. Ela dança de costas para mim, completamente desligada do que se passa ao redor, e se assusta quando eu passo meu braço em sua cintura fina, puxando-a contra meu corpo.
- Você está me deixando louco - falo em seu ouvido e entrego seu champanhe, enquanto ela esfrega a bunda em mim. Minha gatinha tem garras afiadas e está deliberadamente me provocando. Ela bebe sua taça, mas continuamos colados, dançando juntos, no ritmo sensual da música. Quando um garçom passa por nós, eu tiro a taça vazia da sua mão, coloco na bandeja e viro-a de frente para mim. O Dj troca a música, mas mantém o ritmo sexy com "Slow Motion", do Trey Songz. Dançamos juntos, colados um no outro, seus olhos presos nos meus. Puxo-a para ainda mais perto, para ela sentir que estou louco por ela.
Nos beijamos profundamente, completamente esquecidos de que estamos em um local público, com muita gente ao redor. Minhas mãos correm por seu corpo, e sinto-a ficar toda arrepiada.
- Você é tão gostosa. Só de sentir seu corpo arrepiar eu sei que você está pronta pra mim.
- Oh, Ryan... - ela fala tão baixinho, quase um gemido, que me deixa ainda mais louco. Eu quero você, e quero agora.
Segurando sua mão, levo-a para o outro lado da festa, passando entre as pessoas que lotavam a festa de Révellion. Quando estamos no lugar, notei uma área próxima aos banheiros, onde a iluminação é quase nula - vamos para lá. Sei que ali não é o local mais adequado, mas vai ter que servir.

Eu sabia que fazê-la vir sem calcinha era uma excelente ideia. Empurro-a contra a parede escura, descendo minha boca sedenta a dela. Eu não me canso do seu beijo, seu toque, seu cheiro. Não temos muito tempo, já que estamos em público, então minha mão alcança a barra do seu vestido e enfio um dedo dentro dela. Percebo que ela está completamente molhada e pronta para mim.
Ela geme e eu tiro a mão, abro o zíper e coloco meu pau para fora. Desde que ela está comigo e somos adeptos dessas rapidinhas em lugares públicos, parei de usar cueca, para facilitar, a qualquer hora e em qualquer lugar.
Meu pau faz seu caminho em busca dela e eu quase gozo quando ela o aperta conforme eu penetro. Nós dois gememos quando ela está completamente preenchida.

A música está quase no fim, e ouço o Dj começar a falar alguma coisa, enquanto começo a me movimentar dentro dela. Com força.

Duro. Rápido. Nunca foi tão quente como hoje, e só de pensar no que estamos fazendo sinto vontade de gozar. Tento me segurar, para que tudo não acabe tão rápido. O Dj continua falando e inicia a contagem regressiva de ano novo.
- Nove, oito, sete... - o Dj fala no microfone, seguido da multidão. Nossos movimentos se aceleram, e sinto Hay começar a estremecer em meus braços. - Seis, cinco, quatro...

Ela geme alto, se se preocupar se alguém por perto pode ouvir, e aperta meu pau a cada sensação de prazer. Acelero meus movimentos, chegando perto ao clímax. - Três, dois um...
- Feliz ano novo, princesa - eu falo em seu ouvido e gozamos juntos, eu jorrando dentro dela.

O próximo ano, eu penso, com certeza será um ano perfeito. Para nós dois.

Continua...


FINALMENTE UM HOT DESSES DOIS \õ/
Aguardem, isso não é NADA comparado aos momentos verdadeiramente "íntimos" de Ryan Butler e Hailey Bieber.
Espero que vocês tenham gostado meus amores, estou tão animada com essas temporadas :')
Não se esqueçam de COMENTAR e seguir o blog.

Capitulo dedicado a: Elisa Pinheiro. Minha linda, obrigada por me apoiar desde o início do blog <3

Divulgando:

neversayneverjutinminhavida.blogspot.com.br
my-bieber.blogspot.com


AMO VOCÊS!

5 de nov de 2015

In Love With You - Capitulo 2 - Friendly, polite and gentleman. Only!



P.O.V Hailey:

Passados alguns longos dias, finalmente chegou o Natal! E esse seria um Natal especial, pois nos reuniríamos na casa do Justin e Julie pela primeira vez.
Eu estava muito animada, meu irmão estava mais feliz do que nunca, agora que seria pai, e Julie também estava maravilhada com a maternidade. Sentia-me mais do que feliz por eles, ainda mais por Julie. Ela o amou por tantos anos, nunca desistiu do que sentia e me convence de que o amor é capaz de nos dar força para alcançar tudo. Era um exemplo de fé e perseverança, e melhor amiga e irmã.

Levo vários presentes na bolsa. Sou uma negação na cozinha, e isso impossibilita uma contribuição gastronômica. Desço de elevador até a garagem e coloco tudo no porta-malas do meu carro - um New Beetle conversível, mas velhinho, que eu tinha pena de me desfazer. É um carro feminino, fofo, branquinho, com bancos de couro. Eu o comprei na época da faculdade, e apesar de ter condições de trocar de carro com o salário de advogada, tenho pena de me desfazer do Bee. Pois é: até nome meu bichinho tem.
Sento-me no banco do motorista, viro a chave e... nada. Droga, bee, você não vai fazer isso comigo agora, né? Mais algumas tentativas e nada da droga do carro funcionar. Ryan vivia dizendo que eu deveria trocar de carro, mas da uma pena... Ryan... Droa! Vou ter que ligar para ele e pedir uma carona.
Tiro o celular da bolsa, dou um toque na discagem rápida e seu nome aparece, enquanto completa a ligação.
- Oi, princesa. Já chegou? - ele pergunta, com um tom de voz baixo e rouco que me desperta... sensações.
- Hum... não. Meu carro não quer funcionar. - Começo e ele nem me dá chance de continuar.
- Me dá quinze minutos, vou sair daqui a pouco e te pego. Vamos juntos.
- Você acha que as pessoas vão sacar? - pergunto preocupada. A última coisa que eu quero é que as pessoas achando que estamos juntos, apesar de estarmos. Nossa, que confuso! Ouço um suspiro do outro lado da linha. Então Ryan responde:
- Não, princesa. É só a gente dizer que seu carro quebrou  eu te dei uma carona. Nada de mais.
- Ok - eu respondo animada. - Então estou te esperando.

(...)

Chegamos em Santa Monica quase ao mesmo tempo que George e Ben. Justin ainda estava cumprimentando os dois quando tocamos a campainha.
- Ryan, Hay! Vocês chegaram ao mesmo tempo? - Justin pergunta, encarando-nos de um jeito desconfiado. Ele não estava acostumado a nos ver juntos.
- Não, viemos juntos - Ryan responde, e eu lhe dou um olhar meio aborrecido.
- Meu carro quebrou, e Ryan fez a gentileza de me dar uma carona - completo, beijando meu irmão. Ao avistar Julie e George, dirijo-me a eles, meus melhores amigos.
- Deixa eu passar a mão no meu sobrinho - digo, pegando na barriga da Julie, antes mesmo de dar "oi".
- Hailey, você sabia que a Julie esta ai, carregando essa barriga? - Justin pergunta, fingindo estar bravo comigo.
- Sei, sim, mas o baby tem prioridade sobre vocês dois - respondo, ainda fazendo carinho na barriga da Julie, que parece orgulhosa de estar carregando o centro das atenções da família.
Quando acho que já fiz festa suficiente para o bebê, abraço Julie, e George abraça a nós duas.
- A amizade dos três é tão bonita - minha mãe fala, entrando na sala com a toalha na mão para arrumar a mesa do almoço.
- É verdade - Justin concorda, no momento em que a campainha toca novamente. Quando ele abre a porta, me surpreendo com a presença de Chris e Cody, seu irmão mais novo.
- Ei, caras. Entrem! - Justin os cumprimenta. Estou satisfeita por Chris ter aceitado o convite de natal.
Meu irmão e ele começaram com o pé esquerdo, mas hoje ele entende melhor a parceria musical entre Chris e Julie, e que eles são apenas amigos. Os dois tiveram uma conversa séria. na semana do noivado, na qual Chris garantiu que tem um carinho de irmão por Julie e que gostaria que ele e Justin pudessem ser amigos. Meu irmão aceitou o pedido de trégua.

Em uma de nossas conversas, Justin me explicou sobre as mudanças que estavam acontecendo na sua vida. Contou-me que estava passando por um processo de transformação e achava que deveria recomeçar com todas as pessoas com quem tivera algum problema. Lembro-me dele dizendo: "Não que eu seja um cara bonzinho, Hay. É que agora tenho certeza dos meus sentimentos e dos da Ju. O relacionamento que estamos construindo é algo tão profundo que não faz mais nenhum sentido sentir ciúmes do Chris, o ex arrogante". Soltei uma gargalhada com seu comentário e falei que Chris iria passar o Natal sozinho com o irmão mais novo, que morava com ele. Então Justin os convidou para almoçar conosco.
Ao entrar, os irmãos foram cumprimentar Ryan e meu pai. Julie sorriu orgulhosa para Justin pelo seu comportamento civilizado. Olá, Sr. Educado. Adeus, Sr. Ogro Ciumento.

Nos dividimos entre ajudar minha mãe a arrumar a mesa do almoço e nos acomodarmos para assistir o jogo dos Lakers na confortável sala de TV que Justin fez questão de montar em sua casa.
A sala era repleta de poltronas macias de couro e tinha uma TV que parecia uma tela de cinema. No fundo da sala, havia uma mesa de sinuca e outra de pôquer. Julie dizia que Justin e seus amigos se divertiam demais por ali, e eu tinha que concordar.
Percebi que quando todos estavam animados com o início da partida, Jus olhava distraído para um canto da sala.
- Jus, está tudo bem? - perguntei. Nós sempre fomos muito próximos, muito ligados. E eu me preocupava demais que ele pudesse não estar bem.
- Tudo, Hay. Eu só estava olhando a sala e me dei conta de que, num futuro muito próximo, eu e o Mini-Mim estaremos aproveitando essa sala juntos, com nossos brinquedos - Ele abre um sorriso enorme. - E eu mal posso esperar.
- O que é Mini-Mim? - pergunto curiosa.
- É como eu chamo o bebê - ele começa a explicar, e Ryan se aproxima para ouvir. - Eu tenho certeza que vai ser um menino, então eu o chamo de Mini-Mim.
- Mas, Jus, e se for uma menina?
- O destino não brincaria comigo dessa forma, me dando uma filha para criar nesse mundo cheio de cafajestes, safados e mulherengos, como eu fui. Nãoooooo, senhoras e senhores! - ele explica, fazendo graça para nós. - O destino não é uma fêmea vingativa na TPM, tanto que se chama "O" destino, no masculino. Ele, o destino, é um cara legal que não sacaneia os pais de primeira viajem, ceeeeeeeeeeeertooooo? - Ryan e eu gargalhamos com sua explicação completamente maluca.

Olho para o lado e vejo Cody, abaixado no chão, brincando com Pepper. Ele é um menino sério. Deve ter uns catorze anos e não é muito sorridente. Imagino a dificuldade de ser criado pelo irmã mais velho. Não sei muito sobre a vida do Chris, mas sei que ele cuida do irmão e que eles não tem contato com os pais. Pepper lambe a bochecha dele, arrancando um sorriso do menino, deixando-me mais tranquila. Mesmo não tendo outras crianças aqui, ele vai conseguir se divertir.
Neste momento, a campainha toca. Deve ser Chaz, o único que falta chegar - a Jennifer, médica do Cedars Sinai que virou nossa amiga, só deve vir á noite, depois do plantão. Vou atender, com um sorriso no rosto, pensando como a vida faz as pessoas mudarem. Ano passado, no natal, meu irmão só queria saber de ter um corpo quente na cama. Este ano ele está aqui, feliz por estar festejando com amigos, a família e a mulher que ele ama.
Depois de receber Chaz e apontar o templo masculino, volto para a sala, ao encontro de George e Julie.
- Garotinha, o que está acontecendo com o Bieber Boy? Fez implante? Clareamento dentário? Nunca vi esse menino arreganhar tanto esses dentes como hoje! - Não posso com George. Ele continua me fazendo gargalhar.
- Georgeeee!! Para!! - Julie solta uma gargalhada. - Ele está feliz.
- Está feliz mesmo. Nunca vi meu irmão assim - falo sorrindo. Estamos todos impressionados com a carinha dócil dele.
- Hay, por falar em feliz, Ryan anda com um brilhinho no olhar. Sabe o que está acontecendo com ele? - George está desconfiado de alguma coisa. Só pelo levantar de sobrancelhas eu já sei.
- Por que e saberia, George? Nós não somos amigos - respondo, sentindo-me desconfortável e tentando disfarçar.
- Você tem andando muito com ele para quem não é "amigo" - George fala, desenhando aspas no ar. - Estou de olho em você, mocinha. Não pense que eu não percebi que essa é a segunda vez que você pega uma "carona" com ele.
- Segunda? Você está imaginado coisas. - Eu sinto meu rosto esquentar. Julie olha para nós dois, com a boca aberta.
- George, quando você cisma com algo, dificilmente está errado. Mas... Hay e Ryan? Não... acho que dessa vez você se enganou - Julie se coloca em minha defesa.
- A primeira foi quando você ficou internada. Até cabeça no ombrinho dele teve, garotinha! - George fala, e vira-se para mim. - Depois ele a levou para casa, porque ela estava muito cansada, coitadinha...
Sinto meu rosto ficar completamente vermelho.
- George! Deixa de besteira. Ryan só foi educado comigo. Todo mundo foi embora naquele dia. E a casa dele é mais perto da minha, a antiga casa do Chaz era mais longe.
- Não fique nervosa, meu bem. Eu ainda não descobri o que está rolando. Mas vou descobrir, ou não me chamo George Preston - ele fala e sai da sala como um coelho saltitante, como sempre faz quando se sente desafiado.
Eu e Julie olhamos uma para outra sem entender nada.
- O que foi isso? - ela me pergunta.
- Não faço ideia, mas ele está cada dia pior.
- Você quer me contar alguma coisa, Hay? - Balanço a cabeça em negativo, sacudindo meus longos cabelos. - Eu sou sua amiga, não se esqueça disso. Você sempre pode falar comigo, ok?
- Ok - respondo e olho para o chão.
- Vamos terminar de arrumar a árvore? - Julie me chama mudando de assunto, e eu abro um sorriso concordando. Passo o braço por seu ombro enquanto ela alisa a barriga com a mão direita. - Este ano temos muitos presentes! - Quando chegamos perto da árvore, Julie para de repente. - Amiga, vamos para a outra sala? Quero chamar o Jus.
- O que houve? Está se sentindo mal? - Minha voz sai preocupada, e ela dá uma risada, tentando me tranquilizar.
Não, amiga. É que ver a árvore de Natal me deixou com desejo de comer bolinho de bacalhau com sorvete de creme.
- Arghhh... bolinho de bacalhau com sorvete de creme? Não é nojento? - Olho para ela fazendo uma careta.
- Não, não. Bolinho com sorvete mesmo! Vamos, preciso achar o Jus, antes que meu bebê nasça com cara de bolinho de bacalhau. - Ela me puxa em direção á porta. - Preciso achar o único homem capaz de compreender meus desejos de comida.

(...)

Foi incrível! Passamos o dia rindo, na companhia dos amigos e da nossa família, como há muito tempo não fazíamos. Agora nossa festa estava animada e a família completa. Todos já tinham chegado, inclusive Jennifer com a pequena Maggie. Tivemos a felicidade de conhecê-la no hospital, quando Julie foi fazer a primeira ultrassonografia para saber se o bebê estava bem, e desde então não nos separamos mais. Ela se tornou uma amiga querida, e Maggie é como se fosse minha sobrinha, de tão apaixonada que sou por ela.
Chris conectou seu iPod no som e uma seleção de músicas alegres está tocando desde o início da festa e Natal. Olho ao redor da sala e vejo Ryan e Chaz conversando, mas seu olhar imediatamente mira o meu. Eu disfarço e começo a conversar com Jeny. Perto deles estão Chris e Ben, conversando animadamente. Cody está sentado no sofá ao lado de George, ensinando alguma manobra num jogo 3D que Chris comprou para ele. Julie está em pé perto da mesa, olhando em direção ao centro da sala.

Meus pais estão dançado abraçados. Minha mãe está com a cabeça encostada no ombro do meu pai, que está de olhos fechados. Eles são embalados pela voz de Ed Sheeran cantando " Thinking Out Loud". É tão lindo ver os dois juntos, tão unidos, mesmo depois de anos de casamento. Olho para Julie e vejo seus olhos se encherem de lágrimas. Ela pisca, tentando afastá-las, e pega um copo d'água para tentar se reequilibrar.
Meus pais se movimentam e vejo, atrás deles, Jus balançando o copo, no ritmo da música, de costas para mim. Oh, Deus, acho que ele não está bem. Jus jamais dançaria assim, sozinho, no meio da sala. Ele se vira um pouco e vejo uma pequena mão gordinha segurando seu ombro. Eu me movo para perto da janela e consigo vê-lo de olhos fechados, dançando com a pequena Maggie no colo, que parece adorar o balanço.

Olhando meu irmão dançar de forma tão delicada com Maggie, tenho a certeza de que não importava se o bebê form menino ou menina, ele será um pai maravilhoso. Olho para Julie e a vejo passar a mão sobre o ventre, enquanto as lágrimas caem, agora livremente. Tiro algumas fotos com o celular, e sorrio ao ter o privilégio de ver aquela cena tão linda!
Não consigo segurar a emoção ao ver como ele mudou e amadureceu. Se eu tinha alguma dúvida, ainda que pequena, a respeito do futuro dos dois, acabou aqui e agora, ao ver o homem em que Justin tinha se transformado.
As vezes me sentia preocupada, achando que eram muitas novidades para um ex-mulherengo assimilar, mas naquele momento tive certeza de que ele estava realmente envolvido e feliz com o giro que a sua vida tinha dado.

Percebo que a música está acabado e vejo Julie sair da sala discretamente em direção ao banheiro. Vou atrás, bato na porta de leve e ela abre, com a carinha assustada.
- Ju, amiga. Está tudo bem? - pergunto, tentando dar uma entonação tranquila.
- Sim, eu vim lavar o rosto. Os hormônios estão me matando. E ver Justin dançando com Maggie foi demais para o meu emocional.
- Tenho que confessar que eu também senti vontade de chorar. A Jenny me disse que ela nunca teve uma figura masculina, e criança sente falta, né? Além isso, foi lindo demais o Justin dançando com ela. Olha o que eu consegui. - Pego o celular do bolso e mostro várias fotos dos dois dançando.
- Pode me mandar essas fotos depois? Vou mandar imprimir e colocar um porta-retrato. Ficaram tão lindas.
- Claro, Ju. Você é uma mulher de sorte. Ele vai ser um ótimo pai, assim como já é um ótimo marido.
- Mas nós ainda não somos casados... - ela fala, parecendo confusa.
- Eu sei. Mas vocês moram juntos e não e um documento que vai fazer dele mais seu marido o que já é... Agora vá lacar esse rosto, antes que um certo "marido" venha até aqui para saber o que está acontecendo. - Dou uma risada.

Ouvimos uma batida na porta. Abro com a certeza de que é Jus, mas dou de cara com George, que ri para mim, levantando a maleta de maquiagem que ele nunca deixa em casa.
- Tem alguém aí precisando de um atendimento de urgência?  - ele pergunta, me fazendo soltar uma gargalhada. Abro passagem para ele. - Garotinha, dessa vez você não perdeu a calcinha, né? - ele pergunta a Julie, lembrando-se da última vez que precisou fazer uma maquiagem de emergência, quando estavam no After Dark e ela e Jus tiveram o primeiro momento "íntimo".
- Não, a calcinha está no lugar - ela responde, e nós todos rimos. Ele então a coloca sentada e começa a fazer a magia.

Poucos minutos depois, George fecha a meleta e eu olho para Julie através do espelho. Nem sinal de lágrimas em seu rosto. Sorrimos para ele, e nos aproximamos para um abraço coletivo.
- Obrigada, amigo. Não sei o que faria sem você.
- Nem eu - completo.
- Teriam que me conhecer de qualquer jeito, queridas. Ou duas vidas são seriam tão emocionantes.
Nós saímos do banheiro ás gargalhadas, de volta para a festa. George com certeza é o melhor amigo que uma garota poderia ter.

(...)

P.O.V Ryan:

Vejo Hay caminhando pelo corredor, na companhia de George e Julie. Eles três estão rindo e ela está incrivelmente bonita, num vestido estampado com flores vermelhas, um salto muito alto e carregando o presente que lhe dei no pescoço: um colar de ouro branco, com um pingente em formato de uma gota em esmeralda.
Eles param próximos á mesa de jantar e sua mão sobe até o pingente. Já tinha percebido que ela fazia isso inconscientemente, e adoro saber que meu presente, dado ontem á noite depois que fizemos amor, é lembrado constantemente por ela.
- Meu filho, esse cabelo está ficando grande - Mary chama minha atenção, e eu sorrio para ela.
- É verdade - eu respondo passando a mão no cabelo, lembrando de Hailey. - Vou ver se corto esta semana.
- Não precisa cortar. Está grande, mas combina com você. Principalmente com esse olhar comprido que você anda para uma certa pessoa - ela fala e olha significativamente em direção a Hay.
- Não... Pattie, você...
- Querido, conheço você como a palma da minha mão. Uma mãe não se engana. Mas leve seu tempo para resolver as coisas. Ela vale a pena - Pattie fala de forma enigmática e pisca para mim, saindo em direção a Jemy. Se Hay soubesse que sua mãe anda pensando coisas a nosso respeito, ela fugiria correndo para as colinas.

Finalmente, chega a hora da troca de presentes. Trouxemos presentes para todos e eu já ganhei camisas, CDS e livros. Dei a Hay um vale SPA, que também valia para George e Julie. Não tirei os olhos do colar em seu pescoço na hora de entregar o envelope.
Então, George entrega uma caixa a Hay, que vem em minha direção. Ela me deseja feliz Natal e entrega a grande caixa vermelha. Mesmo estranhando o fato de ela me presentear com algo na frente da família, abro a grande caixa e me deparo com... meias. Ela me deu meias de presente?
- O que você ganhou, meu filho? - Pattie pergunta, parecendo curiosa.
- Meias - respondo, sem conseguir disfarçar a decepção. Ela me deu meias? - Você me deu meias de Natal? - eu pergunto, sem acreditar.
- Ah, meias são úteis. E como não temos muita intimidade, achei que era um presente mais... adequado - responde, sorrindo de leve, como se estivesse rindo de uma piada que só ela conhece.
- Mas meias... de Natal? - eu pergunto, só com o movimento dos lábios, decepcionado, para que ninguém visse. Dá pra acreditar nisso?
- São meias brancas? - George pergunta e eu balanço a cabeça concordando - Você pode fazer uma performance só de meias, não iríamos nos importar.
A sala inteira vem abaixo com gargalhadas e até eu não consigo segurar o riso. Olho para o lado e vejo Julie chorar de tanto rir.

Levanto para pegar uma taça de champanhe, e ela se aproxima da mesa, servindo-se de uma taça também. Nossos olhos se cruzam e eu pergunto, mais uma vez, baixinho:
- Meias, princesa?
- Você sabe - ela começa, falando tão baixinho quanto eu - que muitas vezes nem tudo é o que parece ser. - O rosto dela muda e ela me dá aquele olhar safado de quando estamos fazendo amor.
- O que você quer dizer com isso? E que olhar é esse? Você não está insinuando que eu vá te amarrar com todas essas meias, não é? - Começo a ficar preocupado com esse ar de gatinha selvagem.
- Seria tentador, mas eu, se fosse você, examinaria seu presente melhor - ela fala, sorri e se afasta em direção a Julie e Jennifer. Volto para o sofá, abro a caixa novamente e resolvo olhar as meias com mais atenção. É uma grande caixa e tem cerca de vinte pares de meias enroladas. Pego uma das meias e resolvo desenrolar para ver o que tem de tão diferente que precisa de um "exame mais apurado"
- É uma bela meia - Chaz fala, sentando ao meu lado, enquanto todos conversando.
Por que ela me daria meias de Natal? Eu me pergunto, ainda encucado. Não sou um cara de meias. Cuecas eu até acharia útil, mas meias?
Chaz se distrai com Chris e resolvo olhar dentro da meia e encontro um papel dobrado. Quando o abro, quase caio do sofá. Está escrito com a letra dela em caneta vermelha:

Você ganhou um vale-sacanagem.
Escolha sua brincadeira e troque por este vale. 

Vale- sacanagem?! Essa mulher que me matar. Levanto discretamente e vou até um dos quartos de hóspedes da casa, com a desculpa de ir guardar meus presentes caso alguém me pergunte onde estou indo. Entro no quarto, acendo a luz e tranco a porta. Começo a desenrolar todas as meias rapidamente e encontro os mais diversos tipos de vales, um em cada pé de meia. Tem desde vale-rapidinha-na-cozinha até vale-transa-nos-fundos-do-After-Dark. Tenho quarenta papeizinhos que me garantem as mais diversas fantasias. Guardo os papéis na minha carteira, para não correr o risco de alguém mexer e ler o que não deve. Retorno para sala, sem tirar os olhos de cima dela.
Ela, então, olha para mim novamente e sorri, enquanto faço planos silenciosos a respeito de qual vale usarei primeiro. A noite segue, divertida. Chris pega seu violão e canta com Julie Love Someone, além de outras músicas. Muitas horas depois, chega o momento de irmos embora. Nos despedimos de todos e entramos em meu carro. Olho para Hay e ela sorri para mim, mas eu continuo sério, olhando para ela.
- Ryan? Está tudo bem? - ela pergunta preocupada.
- Sim, princesa.Estou só decidindo qual vale vou usar primeiro essa noite.
- Hummmmm.

Nossa noite estava só começando.

Continua...


Ai está o segundo capitulo amores, me perdoem pela demora mas esta muito corrido para mim. Pelo menos o capitulo ficou grandinho, do jeito que vocês gostam <3 
Espero que vocês tenham gostado princesas :)
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AMO VOCÊS <333

Capitulo dedicado a: Fanny Sales.
Foi a primeira e única que comentou meu aviso sobre a volta de Crazy For You, nada mais justo começar dedicando a ela *-*